As áreas mais caras e baratas para comprar e alugar uma casa na Ática

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Em relação à casas para alugar no segundo trimestre de 2022 em comparação com o segundo trimestre de 2021, observa-se um aumento maior nas áreas dos subúrbios do sul , como Vari – Varkiza (15,6%), Vouliagmeni (14,8%) e centro – porto do Pireu (14,7%). Além disso, Kifisia: 17,9% e Nea Erythrea: 12,5% no norte e Pagrati (14,1%) no centro também registraram um aumento particular.

As áreas mais caras para comprar uma casa, com base no preço médio pedido no segundo trimestre do ano, são principalmente municípios dos subúrbios do sul , como Vouliagmeni, Voula, Alimos, Glyfada e Elliniko, enquanto o Centro Histórico, a área de Lycabettus – Kolonaki e Filothei .

As zonas mais económicas para comprar casa são, entre outras, Ano Liosia, Agia Varvara, Tambouria-Agia Sofia, bem como zonas no resto da Ática, como Oropos e Skala Oropou. Em relação ao aluguel residencial , que tem sido motivo de preocupação ultimamente devido à tendência de alta dos preços, as áreas mais acessíveis no segundo trimestre de 2022 são Keratsini, Ilion, Niceia e Patisia. Por outro lado, as áreas mais caras para o mesmo período incluem Vouliagmeni, Kolonaki-Lykavittos, Paleo e Neo Psychiko, Centro Histórico e Elliniko.

Quais elementos do edifício estão sujeitos à garantia?

O construtor pode oferecer garantias de empréstimo para certos elementos da casa, como telhado, portas, janelas… As garantias que cobrem determinados elementos do edifício são transferíveis para o comprador? Alguns contratos de garantia não são transferíveis para o comprador . Nesse caso, a venda do imóvel rescinde o contrato e libera o construtor de suas obrigações. Na compra e venda de um imóvel, o vendedor é obrigado a fornecer o Documento de Diagnóstico Técnico do Edifício (DDT). Caso ele não o forneça, você tem o direito de solicitá-lo.

Este documento inclui os resultados de uma avaliação diagnóstica realizada por um especialista para determinar o desempenho energético do imóvel, a presença ou ausência de amianto, etc. O laudo de amianto é obrigatório e deve constar no Certificado de Desempenho Energético (DPE). A casa já passou por reformas? Em caso afirmativo, que tipo de reforma e quando? O Código de Edificações e Habitação francês exige que os proprietários mantenham as fachadas de seus edifícios em bom estado. Em Paris e em alguns outros municípios franceses, por exemplo, a renovação das fachadas é obrigatória pelo menos a cada 10 anos.  https://indiceimoveis.com.br/venda/casa-em-condominio/ribeirao-preto/

O que é a averbação de construção na matrícula

Se você atua no mercado imobiliário ou está pensando em vender um imóvel, já deve ter ouvido falar sobre a averbação de construção. Mas você sabe o que isso significa na prática e por que ela é indispensável para a regularidade de um bem? Neste artigo, vamos direto ao ponto para explicar esse conceito fundamental. Entendendo o conceito A matrícula é como a “certidão de nascimento” de um imóvel. Nela constam todo o histórico, metragens e transferências de propriedade. A averbação de construção é o ato formal de registrar, nessa matrícula, que uma edificação foi erguida naquele terreno ou que houve uma ampliação significativa na estrutura já existente. Sem a averbação, para a lei, aquela casa ou prédio “não existe” oficialmente, constando apenas o terreno vazio nos registros do Cartório de Registro de Imóveis. Por que a averbação é obrigatória? Muitos proprietários negligenciam esse passo para evitar taxas, mas as consequências podem ser graves: 1. Impossibilidade de Financiamento: Bancos não financiam imóveis cuja construção não esteja averbada. Se a matrícula diz “lote” e no local há uma “casa”, o crédito será negado. 2. Desvalorização: Imóveis irregulares são vendidos abaixo do preço de mercado, pois o comprador terá custos e burocracia para regularizar. 3. Dificuldade em Inventários e Doações: A falta de averbação trava processos de partilha de bens. 4. Valorização Real: Com a averbação, o valor venal é atualizado, trazendo segurança jurídica para o proprietário e investidores. Como realizar o processo? Para averbar uma construção, o proprietário geralmente precisa seguir três passos básicos: Habite-se: Documento emitido pela prefeitura atestando que a obra seguiu o projeto aprovado. CND do INSS: Certidão Negativa de Débitos que comprova que os encargos previdenciários da mão de obra foram pagos. Cartório de Registro de Imóveis: Com os documentos em mãos, solicita-se a averbação na matrícula mediante o pagamento das custas cartorárias. Conclusão Para o corretor de imóveis, orientar o cliente sobre a averbação é um diferencial de profissionalismo. Para o investidor, é a garantia de liquidez. Manter a matrícula atualizada é o único caminho para garantir que o patrimônio esteja 100% protegido e pronto para qualquer transação comercial.

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Investimento em “Smart Cities”: Onde a tecnologia encontra a moradia

Novo apartamento para venda em vinhedo

O conceito de Smart Cities (cidades inteligentes) deixou de ser uma visão futurista para se tornar uma realidade lucrativa no mercado imobiliário. Para investidores e corretores, entender como a tecnologia se integra à moradia é essencial para identificar ativos com alto potencial de valorização. O que são Cidades Inteligentes? Uma Smart City é aquela que utiliza a tecnologia e a análise de dados para otimizar a infraestrutura urbana, melhorar a eficiência dos serviços e elevar a qualidade de vida dos moradores. No contexto imobiliário, isso se traduz em empreendimentos que oferecem conectividade, sustentabilidade e automação. Investir em imóveis localizados nessas regiões significa apostar em um ecossistema que privilegia a mobilidade urbana, a segurança monitorada e a gestão inteligente de recursos, como energia e água. Valorização e Demanda no Mercado Imobiliário A procura por moradias em cidades inteligentes tem crescido exponencialmente. O perfil do novo comprador busca mais do que apenas quatro paredes; ele busca conveniência. Imóveis que integram soluções de Internet das Coisas (IoT), como fechaduras biométricas, iluminação inteligente e sistemas de economia de energia, possuem um valor de revenda e locação muito superior. Para o investidor, as vantagens são claras: Menor taxa de vacância: Imóveis tecnológicos atraem inquilinos qualificados. Valorização patrimonial: A infraestrutura tecnológica do entorno eleva o preço do metro quadrado. Sustentabilidade: Prédios inteligentes reduzem custos operacionais de condomínio, tornando o imóvel mais atrativo. O Futuro da Moradia Urbana O mercado imobiliário está passando por uma transformação digital. Corretores que se especializam em áreas de inovação urbana conseguem oferecer consultorias mais precisas, focadas em rentabilidade a longo prazo. As Smart Cities representam a convergência perfeita entre urbanismo moderno e bem-estar. Seja para alugar ou vender, o foco na tecnologia aplicada à habitação é o diferencial competitivo que define os líderes do setor hoje. Se você busca segurança e retorno, o futuro da sua carteira de investimentos passa, obrigatoriamente, pelas cidades inteligentes.

O que é o agronegócio tokenizado e suas vantagens

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O que é o agronegócio tokenizado e suas vantagens O agronegócio é o motor da economia brasileira, mas, por muito tempo, investir nesse setor era um privilégio de grandes players e instituições financeiras. No entanto, a convergência entre o campo e a tecnologia blockchain mudou esse cenário. Surgiu então o agronegócio tokenizado. Neste artigo, vamos entender como essa inovação funciona e por que ela está atraindo investidores de criptomoedas. O que é a tokenização no Agro? Tokenizar o agronegócio significa transformar ativos reais do campo — como sacas de soja, cabeças de gado, terras ou até contratos de safra futura — em tokens digitais dentro de uma blockchain. Na prática, um ativo físico é “fatiado” em milhares de partes digitais. Quem compra um token passa a ter direito sobre uma fração daquele ativo ou sobre os lucros gerados por ele.

 

É a mesma tecnologia por trás do Bitcoin e do Ethereum sendo usada para dar liquidez à produção rural. Principais vantagens para o investidor Para quem já está acostumado com o mercado cripto, o agro tokenizado oferece benefícios estratégicos: 1. Acessibilidade: Você não precisa comprar uma fazenda inteira. É possível investir no agro com valores baixos, comprando apenas frações de tokens. 2. Diversificação: O agro costuma ter baixa correlação com a volatilidade extrema das criptomoedas puras, servindo como um excelente hedge (proteção) para sua carteira. 3. Liquidez: Diferente de um imóvel rural, que demora meses para ser vendido, os tokens podem ser negociados em plataformas digitais de forma rápida. 4. Transparência: Como tudo é registrado na blockchain, o investidor tem segurança sobre a origem e o lastro do ativo que está adquirindo. Benefícios para o produtor rural Não é só o investidor que ganha. Para o produtor, a tokenização é uma forma de captar recursos sem depender exclusivamente das taxas de juros bancárias e da burocracia tradicional. Ao emitir tokens, o produtor se conecta diretamente ao mercado de capitais, financiando sua safra de forma mais ágil e barata. Conclusão O agronegócio tokenizado representa a evolução do investimento em ativos reais (Real World Assets – RWA). Para o investidor de criptomoedas, é a oportunidade de unir a segurança de um setor sólido com a eficiência tecnológica da blockchain. Se você busca diversificar seu portfólio com ativos tangíveis, o “Agro Cripto” é o caminho.

O impacto da volatilidade do Bitcoin no varejo tradicional

Imagine fechar o caixa no final do dia e descobrir que, embora tenha vendido todo o estoque, seu faturamento real caiu 15% em relação ao momento em que as portas abriram. Para o varejo tradicional, onde as margens de lucro líquido muitas vezes dançam perigosamente na casa de um dígito, esse cenário é um pesadelo operacional. É exatamente esse medo da volatilidade que tem mantido muitos executivos e pequenos empresários cautelosos em relação à integração do Bitcoin como meio de pagamento direto. No entanto, olhar para a volatilidade apenas como um risco de desvalorização é uma análise superficial que ignora a evolução da infraestrutura de pagamentos em blockchain.

A conversa estratégica mudou. Não estamos mais em 2013, quando aceitar cripto significava imprimir um QR code de uma carteira pessoal e rezar para o mercado não derreter antes de converter para moeda fiduciária. A verdadeira virada de chave para o varejo não está na estabilidade do preço do ativo, mas na velocidade da liquidação. O erro comum de muitos gestores é acreditar que, para aceitar Bitcoin, a empresa precisa assumir uma posição especulativa no balanço patrimonial. Isso é falso. A estratégia vencedora hoje envolve intermediários de pagamento que realizam a conversão instantânea. O cliente paga em Bitcoin, a rede processa, e o varejista recebe em moeda local (ou em stablecoins como USDC ou USDT) segundos depois. O risco cambial, nesse modelo, é transferido para o processador ou mitigado pela velocidade da transação.

Vamos analisar um cenário prático. Uma concessionária de carros de luxo decide aceitar criptomoedas. O ticket médio é alto. Se um cliente decide comprar um veículo de R$ 500.000 usando Bitcoin, a volatilidade intra-diária poderia, sem as ferramentas certas, significar uma perda (ou ganho) de milhares de reais durante o tempo de confirmação da rede. Contudo, ao utilizar gateways de pagamento modernos, o preço é travado no momento da compra. O varejista nunca “toca” na volatilidade. Por que, então, se preocupar em integrar isso se o resultado final é fiat na conta? A resposta é: demografia e custo de oportunidade. Existe uma classe crescente de consumidores que detêm riqueza significativa em ativos digitais e preferem não sair para o sistema bancário tradicional para consumir, evitando eventos tributáveis desnecessários ou a burocracia de transferências bancárias de alto valor.

Para o varejo, aceitar cripto é menos sobre a tecnologia e mais sobre aquisição de clientes com alto poder de compra que, de outra forma, poderiam ser ignorados. Além disso, a volatilidade do Bitcoin tende a diminuir à medida que a capitalização de mercado cresce e a adoção institucional — via ETFs e tesourarias corporativas — se consolida. Estamos vendo uma maturação do ativo. Enquanto isso não ocorre plenamente, a tecnologia de Layer 2, como a Lightning Network, começa a resolver o problema para o microvarejo (a padaria, o café), permitindo transações instantâneas com taxas irrisórias, algo que as bandeiras de cartão de crédito lutam para competir em eficiência.

O desafio real para o varejo não é o preço do Bitcoin amanhã, mas a integração dos sistemas de ERP e a capacitação das equipes de frente de caixa. A volatilidade é um ruído que a tecnologia financeira já aprendeu a silenciar. O que sobra é a decisão estratégica: sua empresa quer ser um player que facilita o fluxo de capital da nova economia, ou vai esperar que o concorrente capture esse nicho primeiro? A gestão de risco moderna entende que a exposição à inovação deve ser calibrada, não evitada. O Bitcoin no varejo deixou de ser uma aposta de marketing para se tornar uma ferramenta de liquidez e expansão de mercado. Quem foca apenas no gráfico de preços está perdendo a revolução que acontece nos bastidores da liquidação financeira.

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O papel das stablecoins em economias em colapso

Imagine caminhar pelas ruas de Buenos Aires ou Beirute. O ar tem um cheiro específico, uma mistura de exaustão urbana e a tensão elétrica de quem não sabe quanto o dinheiro no bolso valerá na hora do jantar. Lembro-me de conversar com um desenvolvedor argentino há alguns anos. Ele me contou que, na infância, via o pai correr para o supermercado assim que recebia o salário, comprando latas de atum e óleo não porque precisavam, mas porque eram reservas de valor melhores que o peso. Hoje, essa corrida mudou de pista. Ela não acontece mais nos corredores de um mercado, mas nas telas brilhantes de smartphones, através de redes P2P (peer-to-peer). Para quem vive em economias estáveis, com inflação controlada e instituições previsíveis, as criptomoedas muitas vezes soam como um cassino digital, um lugar para buscar a “aposentadoria antecipada” com a próxima memecoin.

Mas, ao mudarmos a lente para economias em colapso, a narrativa do “dinheiro mágico da internet” morre e dá lugar a algo muito mais cru: sobrevivência. É aqui que entram as stablecoins. Elas deixaram de ser apenas um par de negociação para traders que querem sair do Bitcoin durante uma queda, tornando-se o oxigênio financeiro de nações inteiras. O dólar físico, o famoso “papel verde”, sempre foi rei em lugares assolados pela hiperinflação. No entanto, o dólar físico tem atritos enormes: é perigoso de guardar em casa, difícil de transportar em grandes quantidades, sujeito a notas falsas e, muitas vezes, ilegal de se obter pelos canais oficiais. As stablecoins, como USDT (Tether) ou USDC, resolveram o problema logístico da fuga de capital. Elas digitalizaram o “colchão” onde se guardava dinheiro. http://valorinveste.globo.com/mercados/noticia/2026/01/14/cvm-alerta-para-atuacao-irregular-de-grupo-que-reune-as-marcas-onil-onilx-3specht-e-aureum.ghtml

Vamos analisar a mecânica real disso, longe da teoria. Pense em um freelancer na Turquia ou na Nigéria prestando serviços para uma empresa europeia. Se ele receber via sistema bancário tradicional (SWIFT), o governo local pode forçar a conversão desse valor para a moeda local a uma taxa oficial artificialmente baixa, dizimando seu poder de compra instantaneamente. É um imposto invisível e brutal. A solução? Receber em stablecoins. Ao optar por receber em USDT, preferencialmente via redes de baixo custo como Tron ou camadas 2 do Ethereum (devido às taxas de gás proibitivas da rede principal para o cidadão comum), esse trabalhador mantém seu poder de compra pareado ao dólar. Ele se torna seu próprio banco central.

A partir daí, ele só converte para a moeda local o estritamente necessário para pagar o aluguel ou a conta de luz naquele dia específico, protegendo o restante do derretimento inflacionário. Mas essa liberdade não vem sem nuances complexas e riscos estruturais. Estamos trocando o risco soberano (o governo destruir a moeda) pelo risco corporativo e tecnológico. Quando você segura uma stablecoin centralizada, você está confiando que a Tether ou a Circle realmente possuem os títulos do Tesouro americano que dizem ter. Mais do que isso, você está confiando que essas empresas não congelarão seus fundos por pressão regulatória.

É um paradoxo fascinante: para fugir da censura e do controle de capitais de ditaduras ou governos economicamente ineptos, as pessoas correm para os braços de empresas privadas americanas que emitem dólares digitais. A autocustódia, nesse cenário, é vital, mas também aterrorizante para quem não tem letramento digital. Perder a chave privada (seed phrase) significa perder as economias da vida, sem um gerente de banco para culpar. Ainda assim, o mercado fez sua escolha. Em regiões de crise, o volume de transações de stablecoins supera largamente o de Bitcoin. As pessoas não querem volatilidade; elas já têm volatilidade demais em suas vidas diárias, nos preços do pão e do transporte. Elas querem tédio. Elas querem que 100 dólares hoje sejam 100 dólares no mês que vem.

Executa procedimentos

Alguns testes neurológicos comuns usados para complementar a avaliação incluem: Tomografia computadorizada (TC) ou tomografia assistida por computador (TAC) Ressonância magnética (RM) Eletroencefalografia (EEG) Estudos de condução nervosa e eletromiografia (ECN/EMG) Punção lombar (PL) para análise do líquido cefalorraquidiano Somos diferentes dos neurocirurgiões, pois não realizamos cirurgias no cérebro ou na medula espinhal. No entanto, neurologistas e neurocirurgiões trabalham em estreita colaboração para diversas condições, às vezes até mesmo juntos na sala de cirurgia. Os neurologistas gerais realizam diversos procedimentos, incluindo punção lombar e estudos de condução nervosa/eletromiografia (ECN/EMG).

especialista em Osteoporose

Os neurologistas com subespecialização também realizam monitoramento intraoperatório do cérebro e da coluna vertebral, testes autonômicos, procedimentos endovasculares, incluindo angiografias e embolização de aneurismas, injeções de toxina botulínica e biópsias de pele e músculo. Por que escolher neurologia? Os neurologistas tratam uma variedade cada vez maior de doenças que afetam o sistema nervoso central e periférico.

Entre elas, estão doenças como acidente vascular cerebral (AVC), epilepsia, esclerose lateral amiotrófica (ELA), esclerose múltipla, doença de Alzheimer, doença de Parkinson, tumores cerebrais e inúmeras outras. Os neurologistas são essenciais no tratamento de diversas doenças, com uma ampla gama de opções terapêuticas. Embora todos sejamos neurologistas, nossa subespecialidade e preferências de estilo de vida podem influenciar significativamente nosso dia a dia. E a neurologia está mais diversificada do que nunca.

O combate à sombra do cansaço

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Já aconteceu de você acordar, ter tido uma noite de sono razoável, mas, ao se olhar no espelho, a imagem que te encara parece ter carregado o mundo nas costas? É uma sensação estranha. Por dentro, você está pronto para o dia, mas a “sombra do cansaço” — aquele olhar caído, a olheira profunda e a perda de contorno — insiste em contar uma história que não é a sua. O ponto é que o envelhecimento facial não avisa quando chega; ele vai se instalando em camadas. E combater esse aspecto de exaustão exige mais do que um bom corretivo ou doze horas de sono. Exige estratégia técnica e um olhar clínico refinado. Por que o rosto “derrete”?

A verdade nua e crua é que o nosso rosto é sustentado por compartimentos de gordura e uma estrutura óssea que, com o tempo, resolvem “mudar de lugar” ou simplesmente diminuir. Imagine uma mesa com uma toalha em cima. Se você encurta as pernas da mesa, a toalha sobra. Na nossa face, essa sobra é a flacidez. Quando essa sustentação falha, surgem as sombras: O sulco nasogeniano (o famoso bigode chinês) se aprofunda. As olheiras ganham um “degrau”, refletindo a luz de um jeito que escurece a região. O contorno da mandíbula se perde, criando aquele aspecto de rosto “derretido”.

O arquiteto da face: Ultraformer MPT Se eu pudesse eleger um herói moderno para quem detesta a ideia de cortes, seria o Ultraformer. Ele atua onde nenhum creme chega: no SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial). É uma membrana que reveste o músculo e que os cirurgiões plásticos puxam no lifting tradicional. O Ultraformer usa o ultrassom microfocado para criar pontos de coagulação nessa camada, fazendo com que ela se retraia. É como se déssemos um “curto-circuito” controlado no colágeno, forçando o corpo a fabricar uma estrutura nova e mais firme. O resultado não é aquela cara esticada artificial, mas sim uma face que parece ter voltado dois ou três anos no tempo, com tudo mais “no lugar”.

O que verificar na convenção de condomínio antes de comprar

Comprar um imóvel envolve muito mais do que analisar a metragem, o acabamento ou a localização. Ao adquirir um apartamento ou casa em condomínio, você está aderindo a uma “constituição” própria: a Convenção de Condomínio. Para evitar surpresas desagradáveis após a mudança, listamos os pontos essenciais que você deve analisar antes de fechar o negócio.

1. Regras para animais de estimação Embora a lei brasileira garanta o direito de ter pets, a convenção pode impor restrições sobre a circulação em áreas comuns, o uso de elevadores de serviço e o comportamento esperado. Se você tem um animal de estimação, verifique se as normas do prédio são compatíveis com a sua rotina.

2. Uso das áreas comuns e vagas de garagem Entenda como funciona o agendamento do salão de festas, churrasqueira e academia. Além disso, confira a situação das vagas de garagem: elas são fixas, por sorteio ou rotativas? Há vagas para visitantes? Esse detalhe impacta diretamente na sua qualidade de vida e na valorização do imóvel.

3. Restrições para locação (Airbnb e curta temporada) Se o seu objetivo é investimento, este ponto é crucial. Muitos condomínios estão proibindo ou restringindo severamente locações de curtíssima duração via plataformas digitais. Verifique se a convenção permite essa prática para garantir que seu plano financeiro seja viável.

4. Normas para reformas e horários Cada condomínio possui horários específicos para obras e mudanças. Se você pretende reformar o imóvel assim que comprar, saiba quais são as exigências técnicas (como a necessidade de ART/RRT) e os dias permitidos para evitar multas logo na chegada.

5. Valor da cota condominial e fundo de reserva Analise como é feito o rateio das despesas (por fração ideal ou unidade) e qual o percentual destinado ao fundo de reserva. Uma convenção bem estruturada prevê como lidar com inadimplências e manutenções emergenciais, o que garante a saúde financeira do edifício.

Conclusão A convenção de condomínio é um documento jurídico poderoso. Ignorá-la pode transformar o sonho da casa própria em um pesadelo burocrático. Peça uma cópia ao corretor ou ao síndico e faça uma leitura atenta antes de assinar o contrato de compra e venda.

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